Vídeos que vendem: destaque-se ainda mais com o mapa da empatia

7 de fevereiro de 2018 por na categoria Cursos online, Marketing Digital, Redes Sociais com 0 e 7
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Graças à sua possibilidade de explorar os sentidos da audiência de forma mais intensa, os vídeos são uma ótima ferramenta para conquistar o apelo do público. Quer começar a utilizar esse recurso e não sabe por onde começar? Ou já grava vídeos e não entende por que não dá o retorno que você esperava?

O cenário atual das mídias online é altamente concorrido, e muitas empresas investem no marketing de conteúdo para conquistar clientes. Por isso, às vezes um canal no YouTube bem alimentado, com uma boa identidade visual e bastante patrocinado nas redes sociais não é o suficiente. É preciso que seu conteúdo se destaque dentre os milhares de vídeos de outras marcas que são divulgados diariamente. Para isso, é fundamental que você entenda o que o seu consumidor quer. Em outras palavras: ao produzir conteúdo, você deve ser capaz de enxergar através dos olhos do seu cliente para oferecê-lo exatamente o que ele quer ver e ouvir.

Nisso, entra o conceito de mapa da empatia.

O que é mapa da empatia?

O mapa da empatia é um modelo criado para auxiliar no percurso de compreensão do seu cliente. Sua proposta é alcançar o ponto de vista do cliente através de 7 perguntas, que devem ser respondidas em ordem.

 

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A sétima pergunta é representado graficamente pela cabeça do cliente: é o momento em que, caso respondidas corretamente as outras 6, consegue-se penetrar na mente do consumidor e entender suas necessidades e objetivos.

Nesse post esclareceremos o que levar em consideração ao responder cada uma delas.

1. Com quem queremos gerar empatia?

Nesse momento você deve se perguntar: quem eu estou procurando entender? Por que situação essa pessoa está passando? Qual o seu papel nessa situação?

Digamos que o nosso produto sejam marmitas com cardápio personalizável pelo cliente, congeladas, entregues com antecedência e com preços abaixo do mercado, e o público-alvo são universitários que passam o dia na faculdade ou vão da aula direto para o estágio. Nesse intervalo de tempo, eles precisam almoçar. A situação que eles enfrentam é procurar o melhor custo-benefício em relação ao almoço que eles vão consumir: procurar um lugar que seja rápido, de qualidade e de preço baixo. Seu papel é o de conseguir almoçar sem gastar muito e a tempo de cumprir com suas obrigações.

2. O que eles precisam fazer?

Aqui imagina-se a ação ideal que deve ser tomada por esse público. O que precisam fazer de forma diferente? Que tarefas eles precisam realizar? Que decisões precisam tomar?

No nosso exemplo, o ideal para esses universitários seria trazer a comida pronta de casa – assim, poupariam tempo e dinheiro. Nesse cenário, eles precisariam realizar tarefas como fazer feira e cozinhar, ou comprar a comida pronta em algum momento antes de sair de casa. Portanto, precisam tomar a decisão de se planejar com antecedência sobre suas refeições – seja tirando um tempo para cozinhar, seja pesquisando opções de marmita mais baratas e que possam ser estocadas com facilidade.

3. O que eles veem?

O que elas veem no mercado? O que elas veem no seu ambiente imediato? O que elas veem os outros dizendo e fazendo? O que elas assistem e leem?

O que esses estudantes veem no mercado são restaurantes self-service, à la carte, delivery etc. Elas veem os outros falando sobre opções de restaurantes mais rápidos ou mais baratos ou fazendo a sua própria comida. Provavelmente eles assistem a vídeos de receitas rápidas e leem conteúdos a respeito de alimentação prática, barata e saudável.

4. O que eles dizem?

O que ouvimos eles falando? O que podemos imaginá-los falando? Para essa etapa, vale observar o que a sua atual ou potencial base de clientes está discutindo nas redes sociais e em grupos sobre o assunto ou até mesmo fazê-los perguntas.

Em nosso exemplo, provavelmente nosso grupo está compartilhando dicas de como preparar refeições de forma rápida ou mesmo sobre restaurantes com uma boa relação custo-benefício.

 5. O que eles fazem?

O que eles fazem atualmente? Que comportamentos observamos? O que podemos imaginá-los fazendo? Aqui preocupa-se não com ações ideais e nem com discursos, mas com o que de fato eles fazem?

Provavelmente os estudantes em questão dispõem de pouco tempo livre, o qual preferem gastar dormindo, estudando ou tendo vida social. Seu comportamento provavelmente é o de gastar boa parte de seu dinheiro com comida por não ter tempo para prepará-la ou não encontrar opções de marmita convenientes com o seu dia-a-dia. Podemos imaginar que na maioria dos dias esses estudantes acabam tendo que se virar durante a hora do almoço para encontrar um restaurante porque não trouxeram sua comida de casa.

6. O que eles escutam?

O que escutam outras pessoas falarem, seus amigos, colegas, e o que elas “ouvem falar”?

Elas podem ouvir outros estudantes comentando das suas rotinas corridas e como fazem para conciliar o tempo e o dinheiro que têm disponíveis. Também podem ouvir falar de outros estudantes que, apesar de suas rotinas corridas, conseguem conciliar seu tempo com estudos, estágio e vida social e ainda poupando dinheiro, por exemplo.

7. O que elas pensam e sentem?

Esse é o momento em que se chega à mente do seu público, que é dividida por dois espaços:

  1. Dores – quais são seus medos, frustrações e anseios?
  2. Ganhos – quais são seus desejos, necessidades, esperanças e sonhos?

Essa última pergunta é a mais importante e deve utilizar como base todas as outras seis para ser respondida.

A partir desse esquema, você poderá produzir conteúdo para vídeo que coloque o problema de seu cliente em primeiro plano. Assim, você tocará exatamente na sua ferida e as chances de cativá-lo são muito maiores do que se você se limitasse apenas a apresentar a sua marca.

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